MATURAÇÃO DE SEMENTES DE MILHO-PIPOCA

ANDRÉIA MÁRCIA SANTOS DE SOUZA DAVID, EDUARDO FONTES ARAÚJO, GLAUCO VIEIRA MIRANDA, DENISE CUNHA FERNANDES DOS SANTOS DIAS, JOÃO CARLOS CARDOSO GALVÃO, VERÔNICA CARNEIRO

Resumo


O experimento teve como objetivo estudar o processo de maturação de sementes de milho-pipoca DFT 2 (ciclo de seleção 2). A primeira colheita das sementes foi realizada em torno de 30 dias após a floração plena, considerada quando aproximadamente 50% das plantas apresentavam florescimento feminino. As demais colheitas foram realizadas de 7 em 7 dias, até as sementes atingirem, aproximadamente, 12% de umidade (b.u.), o que ocorreu na 10ª colheita. Imediatamente após cada colheita, procedeu-se à debulha manual das sementes, determinando a porcentagem de umidade e o peso da matéria seca; avaliou-se também, visualmente, a presença da camada negra. Após a última colheita, as sementes foram analisadas quanto à retenção em peneiras, germinação e vigor (testes de frio modificado, envelhecimento acelerado e condutividade elétrica). As sementes de milho-pipoca atingem o máximo de matéria seca (maturidade de massa) aos 68 dias após a floração, sendo que a maturidade fisiológica das sementes (máximo de germinação e vigor) ocorre no período de 62 a 68 dias após a floração. As sementes apresentam umidade na faixa de 17 a 20%, por ocasião da maturidade fisiológica e maturidade de massa. A camada negra é uma característica visual eficiente para identificação da maturidade fisiológica das sementes.


Palavras-chave


camada negra, germinação, maturidade de massa, vigor, Zea mays.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v2n03p%25p