ANÁLISE ECONÔMICA DO MILHO EM FUNÇÃO DA INOCULAÇÃO COM Azospirillum, FONTES E DOSES DE N EM CERRADO DE BAIXA ALTITUDE

FLAVIO HIROSHI KANEKO, MICHELLE TRAETE SABUNDJIAN, ORIVALDO ARF, JOÃO PAULO FERREIRA, DOUGLAS DE CASTILHO GITTI, VAGNER NASCIMENTO, AGUINALDO JOSÉ FREITAS LEAL

Resumo


A adubação nitrogenada na cultura do milho vem passando por modificações em função do uso de tecnologias tais como a fixação biológica de N e o revestimento dos fertilizantes com polímeros. Este trabalho teve como objetivo avaliar economicamente o efeito da inoculação de sementes de com Azospirillum brasilense (com e sem inoculação), fontes (ureia e ureia revestida com Policote®) e doses de N em cobertura (0, 45, 90, 135 e 180 kg ha-1) na cultura do milho. Foram conduzidos experimentos em duas épocas de semeadura (primeira e segunda safra) em Selvíria-MS. Conclui-se que a inoculação com Azospirillum brasilense, sem N em cobertura, bem como o uso da ureia revestida com Policote® foram economicamente viáveis para o milho “primeira safra”, no entanto para o cultivo do milho “segunda safra” tais fatos não se repetiram. As maiores doses de N em cobertura, na ausência de inoculação com Azospirillum brasilense proporcionaram maior viabilidade econômica no cultivo do milho “primeira safra”. Todavia para o milho “segunda safra” a dose de 90 kg ha-1 apresentou no geral as maiores lucratividades

Palavras-chave


Zea mays L., Fixação biológica de N, viabilidade econômica, ureia revestida, Milho “primeira safra”, Milho “segunda safra”

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DOI: http://dx.doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v14n1p23-37