EFEITO DA Azospirillum brasilense NA PRODUTIVIDADE DE MILHO NO SUDOESTE GOIANO

FERNANDO NOBRE CUNHA, NELMÍCIO FURTADO DA SILVA, FABIANO JOSÉ DE CAMPOS BASTOS, JOSÉ JOAQUIM DE CARVALHO, LUCIANA MINERVINA DE FREITAS MOURA, MARCONI BATISTA TEIXEIRA, ANÍSIO CORREA DA ROCHA, EDSON LUIZ SOUCHIE

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho de um híbrido de milho inoculado com Azospirillum brasilense sob diferentes doses de nitrogênio em cobertura. O experimento foi desenvolvido nas condições de campo em sistema de plantio convencional, na estação experimental do Instituto Federal Goiano (Rio Verde, GO), no ano agrícola de 2012. Os parâmetros avaliados foram: massa de espiga; massa do sabugo; comprimento da espiga; diâmetro da espiga; massa de grãos da espiga; e peso total por parcela, com delineamento experimental de blocos casualizados com quatro repetições. Os tratamentos foram dispostos em um arranjo fatorial 1 x 2 x 5, ou seja, um híbrido (DKB 390 YG RR2); ausência e presença de inoculação com A. brasilense; e cinco doses de N em cobertura (0, 25, 50, 75 e 100%), num total de 40 parcelas experimentais. Os dados experimentais foram submetidos à análise de variância pelo teste F e, em caso de significância, as médias dos tratamentos foram comparadas pelo teste de Tukey a 5%. A dose ideal de N em cobertura para o milho com inoculação é de aproximadamente 89% da dose recomendada, podendo esta ser variada até 84% sem perda significativa na produtividade ou do efeito de A. brasilense. 


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DOI: https://doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v13n3p261-272