MANEJO DO NITROGÊNIO EM COBERTURA NA CULTURA DO MILHO EM SISTEMA PLANTIO DIRETO

CLAUDINEI KAPPES, ORIVALDO ARF, EDJAIR AUGUSTO DAL BEM, JOSÉ ROBERTO PORTUGAL, ALEX RANGEL GONZAGA

Resumo


 

Este trabalho objetivou avaliar a influência de fontes, épocas e doses de nitrogênio em cobertura no milho cultivado em sistema plantio direto. O experimento foi conduzido em Selvíria, MS, Brasil (20º 20’ S e 51º 24’ W), durante o ano agrícola 2010/11, sob Latossolo Vermelho Distrófico típico argiloso. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, com os tratamentos dispostos em esquema fatorial 2 x 2 x 4, com quatro repetições. Como fontes de nitrogênio, utilizaram-se ureia e sulfato de amônio e as aplicações realizadas nos estádios de desenvolvimento V5 e V8. As doses testadas foram: 0; 50; 100 e 150 kg ha-1 de N. O híbrido utilizado foi o BG 7049, semeado no espaçamento de 0,9 m entrelinhas. Foram mensurados características morfológicas, componentes de produção e produtividade da cultura. Procedeu-se à análise de variância, comparando-se as médias de fontes e de épocas de aplicação pelo teste de Tukey e de doses de nitrogênio por análise de regressão. As fontes e as épocas de aplicação de nitrogênio não afetaram os componentes de produção, enquanto o índice de clorofila foliar, os diâmetros de colmo e de espiga, a altura de planta, a massa de 1000 grãos e a produtividade aumentaram linearmente com o incremento nas doses de nitrogênio.


Palavras-chave


Zea mays, adubação nitrogenada, ureia, sulfato de amônio, produtividade.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v13n2p201-217