RESPOSTA DO MILHO SAFRINHA À DOSES DE NITROGÊNIO E DE FÓSFORO

DIEGO SICHOCKI, RONEY MENDES GOTT, CÍCERO AUGUSTO GUIMARÃES FUGA, LEONARDO ANGELO AQUINO, RENATO ADRIANO ALVES RUAS, PEDRO HENRIQUE MARQUES PAULA NUNES

Resumo


A cultura do milho safrinha cresce anualmente não somente em área cultivada, mas também em produtividade. Entretanto, a produtividade, muitas vezes, é limitada pelas doses de fertilizante nitrogenado e fosfatado devido ao baixo investimento pelos produtores, receosos com a restrição hídrica, típica desta época. Objetivou-se, com este trabalho, avaliar doses de máxima eficiência econômica de nitrogênio e de fósforo na cultura do milho safrinha. Foram utilizadas cinco doses de nitrogênio (30, 60, 90, 120 e 150 kg ha-1) e quatro doses de P2O5 (0, 37,5, 75 e 112,5 kg ha-1), compondo, assim, um esquema fatorial 5 x 4 com três repetições. Foram avaliados os teores foliares de N e de P, o número de fileiras de grãos por espiga, o número de grãos por fileira na espiga, a massa de mil grãos e a produtividade. Doses de nitrogênio e de fósforo não influenciaram o número de fileiras de grãos por espiga. O número de grãos por fileira, o teor foliar de nitrogênio, o teor foliar de fósforo e a massa de mil grãos apresentaram aumento linear em resposta às doses de nitrogênio. A produtividade do milho safrinha foi aumentada pela elevação das doses de nitrogênio e de fósforo, mas não houve interação desses dois nutrientes para a produtividade.


Palavras-chave


Nitrato de amônio; rentabilidade econômica; Zea mays

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DOI: https://doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v13n1p48-58