USO DE BIOESTIMULANTES NO CRESCIMENTO DE PLANTAS DE Zea mays L.

VALDERE MARTINS DOS SANTOS, AURÉLIO VAZ DE MELO, DIONE PEREIRA CARDOSO, ANDRÉ HENRIQUE GONÇALVES, MARCO ANTÔNIO FERREIRA VARANDA, MARKUS TAUBINGER

Resumo


 

Objetivou-se avaliar o efeito bioestimulante de produtos comerciais no desenvolvimento inicial de plântulas de milho da cultivar BRS 1055 quanto aos indicadores de qualidade fitotécnica. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados em esquema fatorial, três bioestimulantes e cinco épocas de amostragem, com quatro repetições. Os indicadores de qualidade fitotécnica avaliados foram altura da planta, diâmetro do caule, área foliar, massa seca das folhas, massa seca do caule e massa seca das raízes. O tratamento T6 (BU-RG + BU-VG) apresentou a maior taxa de crescimento para altura da planta (1,84 cm dia-1). Os tratamentos T5 (BU-EC + BU-VG) e T6 (BU-RG + BU-VG) apresentaram a maior taxa de crescimento em diâmetro do caule (0,25 cm dia-1) e em área foliar (45,76 cm2 dia-1), respectivamente. O tratamento T2 (BU-RG) apresentou a maior taxa de crescimento para a massa seca das folhas (0,15 g dia-1). Os tratamentos T2 (BU-RG), T4 (BU-VG) e T6 (BU-RG + BU-VG) apresentaram maior massa seca do caule (0,10 g dia-1); e T4 (BU-VG) e T6 (BU-RG + BU-VG) para massa seca das raízes (0,17 g dia-1). Os bioestimulantes resultam em efeitos positivos na maioria das características, sendo que proporcionaram o melhor incremento da massa seca das raízes. A forma de aplicação via sementes ou foliar favorece o incremento das características fitotécnicas.


Palavras-chave


milho; bioestimulante; cultivar BRS 1055; características fitotécnicas

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DOI: https://doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v12n3p307-318