DESEMPENHO DE OITO CULTIVARES DE MILHO VERDE NA SAFRINHA, NO ESTADO DE SÃO PAULO

ANDREA ROCHA ALMEIDA DE MORAES, EDISON ULISSES RAMOS JUNIOR, PAULO BOLLER GALLO, MARIA ELISA AYRES GUIDETTI ZAGATTO PATERNIANI, EDUARDO SAWASAKI, AILDSON PEREIRA DUARTE, CRISTIANI SANTOS BERNINI, PAULA DE SOUZA GUIMARÃES

Resumo


A falta de informações sobre as cultivares disponíveis no mercado desestimula a diversificação dos materiais genéticos empregados para produção de milho verde. Nesse segmento, vêm predominando apenas duas cultivares de uma mesma empresa, que ocupam mais de 75% da área cultivada. Assim, o presente trabalho teve como objetivo avaliar o desempenho agronômico de cultivares de milho verde no Estado de São Paulo, no período da safrinha. Os experimentos foram desenvolvidos nas localidades de Campinas, Mococa e Capão Bonito, em março de 2009. Foram semeadas as cultivares: AS 1592, AG 1051, AG 4051, BM 3061, GNZ 2004, Cativerde, 6B6229V e 6B6277V, empregando-se o delineamento em blocos casualizados, com quatro repetições, com parcelas experimentais representadas por seis linhas de cinco metros de comprimento, espaçadas 0,80 m entre si. As cultivares estudadas apresentaram acima de 69% de espigas verdes comercializáveis. Todas as cultivares apresentaram espigas verdes com comprimento e diâmetro adequados para serem comercializados como espiga verde in natura. Os híbridos AG 1051, AG 4051, 6B6229V e 6B6277V apresentaram as maiores porcentagens de espigas verdes comercializáveis, podendo, assim, serem recomendados como bons materiais para colheita de espigas verdes na safrinha.


Palavras-chave


Zea mays L., segunda safra, espigas comercializáveis, produtividade

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DOI: http://dx.doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v9n01p79-91