TEOR DE PROTEÍNA BRUTA E PRODUTIVIDADE DA FORRAGEM DE MILHO UTILIZANDO RESÍDUOS DA CULTURA DE MINIMILHO EM SISTEMA DE PLANTIO DIRETO

VINICIUS DA SILVA ARAUJO, CÁTIA REGINA BARBOSA EKCLUND, FÁBIO CUNHA COELHO, RAQUEL CABRAL VIANA DA CUNHA, CLAUDIO TEIXEIRA LOMBARDI, ROGÉRIO DA SILVA AGUIAR

Resumo


O colmo, as folhas, as palhas e os estilos-estigmas das plantas utilizadas para produção de minimilho podem ser utilizados para a alimentação animal, por serem ricos em nutrientes, especialmente proteína. Foram realizados dois experimentos de campo, no período de dezembro de 2006 a setembro de 2007, no Campo Experimental do CCTA/UENF, na Estação Experimental de Campos da Pesagro-Rio, com o objetivo de avaliar a produtividade de fitomassa, teor de proteína bruta e proteína por hectare. Cada experimento foi realizado em duas etapas, a primeira constituída pelas plantas de cobertura como pré-cultivo e a segunda com o cultivo de minimilho, utilizando sementes UENF 506-8, em sistema de plantio direto. Os tratamentos de cobertura foram: sorgo, crotalária, feijão-de-porco e suas combinações, em relação à testemunha. O experimento apresentou, em média, 17 t ha-1 de matéria seca de forragem, proteína bruta 6%, 1.072 kg de proteína por hectare. O maior peso de matéria fresca ocorreu no experimento 2, tendo como tratamento de cobertura o feijão-de-porco, o qual superou a combinação feijão-de-porco + crotalária e a vegetação expontânea.


Palavras-chave


Zea mays L., minimilho, proteína, adubação verde, plantio direto

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DOI: http://dx.doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v9n3p266-276