EFEITO DO HERBICIDA METSULFURON-METHYL SOBRE O CRESCIMENTO INICIAL DE HÍBRIDOS DE MILHO

ESMAEL LOPES DOS SANTOS, ALBERTO SERGIO DO REGO BARROS, GETÚLIO TAKASHI NAGASHIMA, ANTONIO ALVES FERREIRA, CÁSSIO EGIDIO CAVENAGHI PRETE

Resumo


Com o objetivo de verificar o efeito do herbicida metsulfuron-methyl sobre o crescimento inicial de híbridos de milho (AS 1560, DAS 2B710, AG 9010 e P 30F98) foram realizados dois experimentos. No primeiro, os híbridos foram submetidos ao teste de germinação modificado, com adição do herbicida na solução de embebição. As doses do produto utilizadas foram: 0 (testemunha), 1,8; 3,6 e 5,4g/ha. Após o condicionamento, avaliaram-se: plântulas normais (%), plântulas anormais (%), sementes mortas (%) e comprimento de plântulas. No segundo, os híbridos foram semeadas em vasos, após a aplicação do herbicida, nas doses de 0, 3,6 e 7,2g/ha. A semeadura foi realizada em períodos de 0, 30, 60 e 90 dias após a aplicação (DAA) do herbicida. Foram avaliadas, aos 20 dias após a semeadura (DAS), a matéria seca da parte aérea e raízes. A fitotoxidade do herbicida metsulfuron-methyl foi marcante no desenvolvimento inicial das plantas, principalmente quando houve a semeadura em períodos mais próximos à aplicação do herbicida. A permanência do herbicida no solo pode influenciar o vigor das sementes, podendo ser confundido com baixa qualidade fisiológica do lote. Apesar de apresentarem respostas diferenciadas, todos os híbridos foram sensíveis ao metsulfuron-methyl, nos períodos analisados.


Palavras-chave


sensibilidade, fitotoxidade, teste de germinação modificado, residual, Zea mays.

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DOI: https://doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v8n02p%25p