FORRAGEM HIDROPÔNICA DE MILHO CULTIVADO EM BAGAÇO DE CANA E VINHOTO

VINICIUS DA SILVA ARAUJO, FÁBIO CUNHA COELHO, RAQUEL CABRAL VIANA DA CUNHA, CLAUDIO TEIXEIRA LOMBARDI

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar a produtividade e o teor de proteína da forragem de milho hidropônico, cultivado sobre bagaço de cana-de-açúcar, identificando a quantidade adequada de sementes, a data ideal de colheita e a possibilidade de utilização do vinhoto como solução nutritiva. Realizou-se um experimento em casa-de-vegetação, em esquema fatorial 5x2x2. O milho foi semeado com densidades de 0,5; 1,0; 1,5; 2,0 e 2,5kg/m². Utilizaram-se 6L/m dia-1 de solução nutritiva (sendo uma descrita pela FAO e a outra, vinhoto diluído) e realizaram-se colheitas aos 10 e 20 dias após a semeadura. Foram realizadas medidas fenométricas, determinação do peso de matéria fresca, matéria seca e teor de proteína bruta. Em média, 1,0 a 2,5kg/m de milho resultaram em 11,88% de proteína bruta, diferindo da densidade de 0,5kg/m, que resultou em teor significativamente menor. Utilizando-se vinhoto e com colheita aos 20 dias, 2,0kg/m de sementes são suficientes para resultar em máxima produção de matéria fresca. No entanto, os maiores pesos da matéria seca foram obtidos com 2,5 e 2,0kg/mde sementes, aos 10 e 20 dias após a semeadura, respectivamente.


Palavras-chave


cultivo sem solo, forragem hidropônica, proteína bruta, milho.

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DOI: https://doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v7n03p%25p