ANÁLISE ECONÔMICA DE SUCESSÕES DE CULTURAS PARA MILHO, COM NÍVEIS DE NITROGÊNIO EM COBERTURA

DENIS AUGUSTO DA SILVA, LUIZ CARLOS FERREIRA DE SOUZA

Resumo


O milho é uma cultura presente em todas as regiões brasileiras; nos últimos anos, seus custos de produção aumentaram. Técnicas que proporcionem economia, sem perda de produtividade, podem incentivar seu cultivo, tão importante no sistema de rotação de culturas. Os adubos verdes são opções para a redução de custos, principalmente em relação ao nitrogênio. Utilizaram-se dados de um experimento, com três culturas antecessoras ao milho (aveia preta, nabo forrageiro e ervilhaca peluda) e seis doses nitrogênio (zero, 50, 100, 150, 200 e 250kg/ha). Na sucessão aveia preta/milho, há prejuízo quando se utilizam 25kg/ha de N, porém, com o aumento das doses, o lucro aumenta até a dose de 150kg/ha. Na sucessão nabo forrageiro/milho, na dose zero, há um lucro de 1.500kg/ha de milho, mas a máxima eficiência econômica se dá na dose de 40kg/ha, com 1.555kg/ha. Na sucessão ervilhaca peluda/milho, não há resposta ao nitrogênio; portanto a MEE se dá na dose zero de N, em que se tem um lucro de 2.100kg/ha de milho. Culturas antecessoras ao milho que disponibilizam mais nitrogênio podem proporcionar maior lucro ao sistema, com menor utilização de insumos.


Palavras-chave


Zea mays, eficiência econômica, culturas antecessoras.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v6n02p%25p