RESPOSTA DE CULTIVARES DE MILHO À VARIAÇÃO EM ESPAÇAMENTO E DENSIDADE

JOSÉ CARLOS CRUZ, FRANCISCO TENÓRIO FALCÃO PEREIRA, ISRAEL ALEXANDRE PEREIRA FILHO, ANTÔNIO CARLOS DE OLIVEIRA, PAULO CÉSAR MAGALHÃES

Resumo


O milho é a gramínea mais sensível à variação na densidade de plantas. Vários pesquisadores consideram o próprio genótipo como principal determinante da densidade ótima de plantas por área. O objetivo deste trabalho foi verificar o comportamento de cultivares de milho, comerciais e em pré-lançamento, desenvolvidas pelo programa de melhoramento de plantas da Embrapa Milho e Sorgo, submetidas a dois espaçamentos e quatro densidades de plantio. Dois experimentos foram instalados em área da Embrapa Milho e Sorgo, em Sete Lagoas, MG. Foram avaliadas dez cultivares de milho, nos espaçamentos de 0,50m e 0,80m entre linhas e nas densidades de 40.000, 52.500, 65.000 e 77.500 plantas/ha. Foi utilizado o delineamento experimental de blocos ao acaso, com três repetições, com os espaçamentos nas parcelas, as cultivares nas subparcelas e as densidades nas subsubparcelas. Para aumento no rendimento de grãos, a redução de espaçamento foi mais vantajosa quando se utilizaram maiores densidades de plantio. O rendimento de grãos não foi afetado pela redução do espaçamento. Para as cultivares avaliadas, foi possível obter aumento no rendimento de grãos até a densidade de 77.500 plantas/ha.


Palavras-chave


Zea mays, arranjo espacial, densidade de plantio, índice de espigas, peso médio de espigas.

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DOI: https://doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v6n01p%25p