EFEITO DE FONTES E DOSES DE NITROGÊNIO EM COBERTURA, NO MILHO SAFRINHA, EM PLANTIO DIRETO

EMERSON DE FREITAS CORDOVA DE SOUZA, ROGÉRIO PERES SORATTO

Resumo


Estudos sugerem que, mesmo quando semeado em sucessão à soja, o milho safrinha pode ter sua produtividade aumentada com a adubação nitrogenada em cobertura. No entanto, ainda existem dúvidas sobre qual a melhor fonte e dose de nitrogênio para a cultura nessa modalidade de cultivo. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de fontes e doses de adubação nitrogenada em cobertura, no milho safrinha, em sucessão à soja. O delineamento utilizado foi o de blocos casualizados, num esquema fatorial 2 x 4, com quatro repetições. Os tratamentos foram constituídos por: duas fontes (uréia e sulfonitrato de amônio com inibidor de nitrificação – Entec 26®) e quatro doses (0, 30, 60 e 120kg/ha) de N em cobertura, aplicados quando as plantas apresentavam quatro folhas expandidas. A aplicação de nitrogênio em cobertura aumentou a altura da planta e de inserção da primeira espiga, número de grãos por espiga e produtividade de grãos do milho safrinha, cultivado no sistema de plantio direto em sucessão à soja. A aplicação de altas doses de nitrogênio (120kg/ha), na forma de sulfonitrato de amônio, proporcionou maior altura da planta e de inserção da primeira espiga do milho, em comparação à utilização da uréia. A produtividade do milho safrinha em sistema de plantio direto não foi afetada pela fonte de nitrogênio utilizada.


Palavras-chave


Zea mays, adubação nitrogenada, uréia, sulfonitrato de amônio.

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DOI: https://doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v5n03p%25p