TAMANHO ÓTIMO DE PARCELA EM EXPERIMENTOS COM MILHO RELACIONADO A METODOLOGIAS

LINDOLFO STORCK, THOMAS NEWTON MARTIN, ALESSANDRO DAL’COL LÚCIO, SIDINEI JOSÉ LOPES, PAULA MACHADO DOS SANTOS, MELISSA PISAROGLO DE CARVALHO

Resumo


Tendo como objetivo identificar as causas da variação nas estimativas do tamanho ótimo de parcelas, obtidas por diferentes métodos, e as repercussões na precisão e na área total por tratamento dos experimentos com a cultura de milho, foi conduzido um experimento com quatro bases genéticas distintas. Cada genótipo foi repetido em quatro parcelas de 96 unidades básicas. Foram ajustados dois modelos que relacionam a variância ou o coeficiente de variação com os tamanhos das parcelas, visando a estimativa do tamanho ótimo de parcela, segundo três metodologias, além da proposta de Hatheway. As duas fórmulas apresentadas por Thomas, comparadas ao método da máxima curvatura modificada (Meier & Lesseman), subestimam o tamanho ótimo de parcela, porque aumentam o número de repetições, para manter mesma precisão em igual área experimental. O rendimento de grãos das parcelas de uma unidade básica não interfere na estimativa do tamanho ótimo de parcela. A estimativa da variância entre parcelas de uma unidade básica e o índice de heterogeneidade interferem no tamanho ótimo de parcela e, conseqüentemente, o tamanho ótimo de parcela também depende do tamanho da unidade básica.


Palavras-chave


Zea mays L., métodos de estimação, tamanho de parcela, planejamento experimental.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v5n01p%25p