DEFINIÇÃO DE PLANO EXPERIMENTAL PARA COMPARAÇÃO DE CULTIVARES DE MILHO EM ÁREAS LIMITADAS

THOMAS NEWTON MARTIN, LINDOLFO STORCK, SIDINEI JOSÉ LOPES, PAULA MACHADO DOS SANTOS, MELISSA PISSAROGLO DE CARVALHO, HENRIQUE PERIN DAMO

Resumo


Com o objetivo de auxiliar o planejamento experimental para a cultura de milho, realizado em áreas experimentais limitadas, foi conduzido um experimento com quatro bases genéticas distintas (DAS 9560 - híbrido simples, AG 6018 - híbrido triplo, AG 303 - híbrido duplo e PAMPA - variedade cultivada). Utilizou-se a metodologia proposta por Hatheway (1961), que relaciona a diferença verdadeira entre duas médias de tratamentos e o número de unidades básicas, em três situações de números de repetições (4, 8 e 16), a fim de verificar para o rendimento de grãos qual a combinação que pode minimizar a área experimental para a cultura de milho. Verificou-se que, em experimentos com a cultura de milho, nos quais a área experimental é limitada, os principais influenciadores são a heterogeneidade do material experimental (bases genéticas) e a heterogeneidade do solo, além do número de repetições e de tratamentos. Para valores altos do índice de heterogeneidade do solo e/ou da variabilidade genética de milho, recomenda-se, para uma dada área fixa, usar parcelas maiores e um menor número de repetições do que parcelas menores e maior número de repetições.


Palavras-chave


Zea mays L, restrição de área, tamanho de parcela e precisão experimental.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v3n03p%25p