QUALIDADE FÍSICA E FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE MILHO EM FUNÇÃO DA ADUBAÇÃO MINERAL E ORGÂNICA

HIGINO MARCOS LOPES, JOÃO CARLOS CARDOSO GALVÃO, ANDRÉIA MÁRCIA SANTOS DE SOUZA DAVID, ANGELA ALVES DE ALMEIDA, EDUARDO FONTES ARAÚJO, LUIZ BEJA MOREIRA, GLAUCO VIEIRA MIRANDA

Resumo


Com objetivo de estudar a qualidade de sementes de milho (Zea mays L.), oriundas da variedade BRS Sol da Manhã, que foram cultivadas sob diferentes doses de adubações orgânica e mineral combinadas ou não, avaliou-se no presente experimento os seguintes tratamentos por ha: 1- Ausência de adubação orgânica e mineral; 2- 250kg de 4-14-8 + 100kg de sulfato de amônio; 3- 500Kg de 4-14-8 + 200Kg de sulfato de amônio; 4- 40m3 de composto orgânico; 5- 40m3 de composto orgânico + 250kg de 4-14-8 + 100kg de sulfato de amônio; 6- 40m3 de composto orgânico + 500k de 4-14-8 + 200kg de sulfato de amônio. Amostras de sementes, provenientes de cada tratamento, foram submetidas à avaliação quanto às características físicas e fisiológicas, por meio dos seguintes testes: classificação e distribuição por tamanho, teor de água, peso de 1000 sementes, teste de germinação, primeira contagem do teste de germinação, teste de frio modificado e condutividade elétrica. O delineamento experimental foi inteiramente casualizados com quatro repetições. Do peso total das sementes, em média, 87,3% ficou retido nas peneiras 20 e 22/64”. A aplicação de 40m3 de composto orgânico + 500kg de 4-14-8 + 200kg de sulfato de amônio/ha proporciona produção de sementes maiores, mais pesadas e mais vigorosas em relação aos demais tratamentos. Os tratamentos não afetam a germinação das sementes na primeira contagem. O uso isolado de composto orgânico proporciona sementes com alta germinação, semelhante ao uso da adubação mineral.


Palavras-chave


cultivo orgânico, qualidade de sementes, Zea mays.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v3n02p%25p