TRATAMENTO INDUSTRIAL E PRÉ-INOCULAÇÃO DO MILHO COM Azospirillum spp.: POTENCIAL FISIOLÓGICO DAS SEMENTES E PRODUTIVIDADE

LUCAS CAIUBI PEREIRA, LARISSA VINIS CORREIA, ALESSANDRO LUCCA BRACCINI, PEDRO HENRIQUE FELBER, THAISA CAVALIERI MATERA, RENATA CRISTIANE PEREIRA, ANDREIA KAZUMI SUZUKAWA

Resumo


O presente estudo objetivou avaliar o rendimento da cultura e o potencial fisiológico de sementes de milho em resposta a pré-inoculação com Azospirillum brasilense. Quatro doses de inoculante foram aplicadas via tratamento industrial de sementes, 30 dias antes da semeadura. Outros três tratamentos compuseram o ensaio: um contendo metade da recomendação de nitrogênio mineral, o segundo com metade da dose + inoculação momentos antes da semeadura, e um terceiro com a dose total de nitrogênio mineral. Na avaliação da qualidade fisiológica empregaram-se os testes de primeira contagem, germinação, frio modificado, emergência em areia, índice de velocidade de emergência e condutividade elétrica, ao passo que em campo foram avaliados o diâmetro do colmo, massa seca da parte aérea, número de grãos por fileira, número de fileiras por espiga, massa de mil grãos e produtividade. Os delineamentos empregados foram de inteiramente casualizado para qualidade fisiológica e em blocos completos com tratamentos casualizados para ensaio de campo. Independentemente da dose, o inoculante não prejudicou a germinação e vigor das sementes de milho ao longo do armazenamento. Já em relação à produtividade, a inoculação efetuada momentos antes da semeadura assegurou desempenho superior àqueles obtidos quando o inoculante foi aplicado às sementes juntamente com os defensivos.


Palavras-chave


Sementes; Zea mays; Fixação biológica

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DOI: https://doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v18n2p245-256